Tom Zine

5ª TEMPORADA

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

0 NÃO ME COMOVE MAIS (Outro Poema Visual do Tom)


sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

1 A DISCRETA INTIMIDADE DOS FAMOSOS (Galeria)


Jean Marat e Jean Cocteau




Alain Delon

Mais Alain Delon in natura


Charlton Heston,na sauna. Onde está "Ben Hur"?


Os amigos Cary Grant e Randolf Scott


Jantar para dois : Cary e Randolf

Felizes na picina : Randolf e Cary Grant


Romy Schneider : linda !


O lado, digamos, intelectual de Sean Connery.

Sal Mineo, quase-homem, quase-menino no banho.




quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

0 AIDS MATA SUPER - HOMEM E MULHER MARAVILHA


Se nem os poderes de Super - Homem e Mulher Maravilha conseguiram deter a Aids, que motivo você tem para não continuar se cuidado.
Cuide-se. Nós queremos você vivo!!

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

0 TENHA MEDO, TENHA MUITO MEDO (Cinecuriosidades)


Robert De Niro no remake de "Cabo do Medo"

• Robert De Niro tem sua filmografia dois psicopatas memoráveis; o de “Taxi Driver” e o da refilmagem de “Cabo do Medo”, em que contracena com Juliette Lewis.

O still(cartaz) do filme original

Robert Mitchum no filme original

• O título do filme “Central do Brasil” é o nome de uma ferrovia que, hoje está reduzida ao transporte de carga e a ligação com subúrbios. Antigamente era o principal meio de transporte para a população pobre entre as grandes cidades e o centro do país, entre o Brasil novo e o Brasil velho.


• Em “A Vida é Bela” o adulto priva a criança das agruras da realidade e dá a sua própria para salvá-la. Pena que o roteiro só se resuma nisso e perca a oportunidade da complexidade narrativa. Benigni cria uma fábula cujo servilismo esquece a história para se agarrar ao Oscar.




• Com “A Última Tentação de Cristo”(1988), Martin Scorsese provocou uma celeuma de proporções cósmicas ao dar uma leitura altamente pessoal a já polêmica obra de Nikos Kazantzakis sobre a humanidade de Jesus Cristo.


terça-feira, 1 de dezembro de 2009

0 B O O M !


Motivações variadas levam diretores de Cinema a fazer filmes destinados a salas vazias ,com sérios prejuízos para vendedores de pipoca. Em dias chuvosos então , poucos sairam de casa para ver O Grande Umbigo de Elizabeth Taylor - que deveria ter sido o título de O Homem Que Veio de Longe.




Baseado numa peça de Tennessee Williams , com roteiro dele mesmo , Boom ou The Milktrain Does Not Stop Here Anymore recebeu esse titulo devido a Richard Burton vir de longe como o Anjo da Morte. Mais um filme a explorar o casal-escândalo , depois de Cleópatra , Gente Muito Importante , A Megera Domada , Adeus às Ilusões , Quem Tem Medo de Virginia Woolf? , Doutor Fausto ,Os Farsantes e mais uns dois que não me ocorrem agora.



Mesmo gravitando em torno de Liz Taylor , o filme deixa impressões fortes devido às locações na Sardenha(Itália) onde – supostamente – se localiza a mansão de arquitetura em estilo mediterrâneo elevado ao cubo. A última grande Star usa jóias Bulgari , cabelos Alexandre de Paris e com certeza perfume Passion cujo frasco é violeta em alusão aos olhos dela mesma.



Algumas tomadas mal posicionadas colocam em evidência os defeitos de Miss Taylor : peitos grandes , pernas curtas , cabeça grande. Também Burton ganha destaque no tronco curto e pernas idem. Um filme dispensável? De forma alguma. Um filme para ser comentado e tomado como referência de erros e acertos. A tal Flora Golforth mantém como chefe da segurança um homenzinho de 1,30 , mas não se trata de um anão. Tem cara de homem que gosta de sacanagem , nada parecido com os anões assexuados da Branca de Nove.



Como entender o que se passa na cabeça de um cineasta? Vide Derek Jarman com Sebastiane. Se ele fora considerado ousado com Edward II , quando abordou o caso de amor do rei da Inglaterra com Gaveston, ao contar a suposta história de São Sebastião , rodeando-o de soldados nus que o chamam de A Puta Cristã , Derek Jarman no mínimo foi excomungado até a sétima geração. O que não fez diferença: morreu de Aids e não deixou filhos.




Pergunta: um par de olhos violeta justificam Boom ( O Homem Que Veio de Longe) ? Na época , sim. Elizabeth Taylor ganhara de Richard Burton o diamante mais famoso do mundo , a tiara de brilhantes e – pelo que se diz – um turbilhão de álcool. Em Quem Tem Medo de Virginia Woolf? , eles bebem com vontade , chacoalham os cubos de gelo nas bordas dos copos como duas cascavéis cúmplices , olhando-se com expressão de auto-deboche.


Numa cena em que estão deitados na cama depois de uma festa , aguardando a chegada do jovem casal ( George Segall e Sandy Dennis) que vai penar em suas mãos , ela diz : George , você está ficando calvo! No que ele retruca dizendo exatamente o que ela quer ouvir: Você também , Martha !

E a imitação que Elizabeth Taylor ( conquanto Martha ) faz de Bette Davis? Hilária. Ela caminha com a mão na cintura enquanto repete What a Dump! referindo-se à desarrumação da casa. E começa a esconder roupas em baixo da cama , copos sujos nas gavetas , enfim o que muita gente boa faz por ai...


O fato é que Boom tem um certo charme e assistimos com a nostalgia de quem já conhece tudo de Taylor , seus amigos mortos (Rock Hudson , Montgomery Clift , Michael Jackson ,Roddy MacDowall) , seu grande amor morto (Richard Burton) , suas inúmeras enfermidades , as fases de obesidade , os renascimentos em grande estilo.


Hollywood não inventou o mito Elizabeth Taylor. Ela , sim , usou Hollywood para reinar sobre todas as demais. Gata em Teto de Zinco Quente?


Nunca. Ela foi o próprio zinco quente... os gatos é que sapatearam sobre o zinco...

Texto : Jorge Domingos
Mais Informações : jottadom@hotmail.com



segunda-feira, 30 de novembro de 2009

0 + SOPA DE LETRAS









sexta-feira, 27 de novembro de 2009

0 G A Y (novo poema do tom)


Minha vida é gay,

Minha vontade é gay,
Meu desejo é gay.
Minha saúde é gay,
Minha casa é gay,


Meu tapete é gay.
Meu gato é gay,
A cor da minha pele é gay.


Eu tenho sonhos e bocejos gays.
Minha cerveja é gay.
Se eu ficasse grávido, teria filhos gays.


Compro bananas gays,
Canto músicas gays,
Escrevo poemas gays.
Minha aura é gay,
Meu Deus é gay.


Levo porradas,
Cusparadas
e desaforos gays.




A fogueira de Joana D’Arc era gay.

As flechas de São Sebastião eram gays.
O Porsche Spyder de James Dean foi gay.


Sou gay em meu tempo e lugar
Como esse frasco de vidro temperado
Ou a porcelana limoges
Fazendo par
Com o faqueiro
Que repousa solene
Em seu estojo Black.


Sou gay ton sur ton,

Vaporoso como as
Astromélias vermelhas
pipocando na primavera.

Sou gay montanhoso,
Sofisticado postiche
Ou rústico cachepô
Entre a varanda e a vida.


Sou gay terracota,
Cromado;
Gay alpaca, gay bambu.
Gay!

Meu fogão é gay,
Minha cutícula é gay,
Minha saladeira é gay.


Minha parede é gay,
Meu pé de manga é gay,
Minha fazenda é gay
(se eu tivesse uma,ela seria).

Meu semáforo é gay
(por que eu teria um semáforo?!)




Todo motel é gay,

Toda boate é gay,
Todo vestiário é gay,
Todo banheiro é gay,
Toda esquina é gay.

Minhas verdades são gays.
Minha ressaca é gay.
Meu cacófato é gay.
Gay, gay, gay!

Um final de semana gay pra você, leitor/a!!